Como funciona

Parece uma encomenda. Não é uma encomenda.

A tibly pega nas partes que tornam o delivery viciante — escolher, esperar, acompanhar, concluir — e tira a parte cara: pagar e receber comida que talvez nem querias assim tanto.

1

Quando te apetece pedir, abres a tibly

Não precisas de explicar nada à app. Entras, escolhes uma opção e dás ao impulso uma coisa para fazer antes de gastares dinheiro.

2

Montas uma encomenda fictícia

A experiência usa restaurantes, valores e escolhas simuladas. Serve para imitar o ritual, não para criar uma compra real.

3

A entrega avança no ecrã

Vês estado, estafeta fictício e tempo estimado. É a parte que normalmente prende a atenção, mas aqui não há pagamento por trás.

4

No fim aparece o valor que ficou contigo

A app mostra a poupança estimada e guarda a decisão no histórico. Pequena vitória, sem discurso motivacional.

5

Com o tempo, começas a ver padrões

Streaks, Tiblys, relatórios e metas ajudam a perceber quando costumas ceder e quanto isso te custaria.

Princípios

Algumas coisas que a tibly não faz.

Não há pedido real

A simulação não contacta restaurantes, estafetas ou checkout.

Não há contador a pressionar

A tibly evita “última oportunidade”, “só hoje” e outros truques do costume.

Não há moralismo

A app parte do princípio que impulsos acontecem. O objetivo é atravessá-los melhor.

tibly+

Há também um modo Plus.

Relatórios, metas, streak freeze e alguns extras para quem quer acompanhar melhor o hábito.

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