Quando te apetece pedir, abres a tibly
Não precisas de explicar nada à app. Entras, escolhes uma opção e dás ao impulso uma coisa para fazer antes de gastares dinheiro.
A tibly pega nas partes que tornam o delivery viciante — escolher, esperar, acompanhar, concluir — e tira a parte cara: pagar e receber comida que talvez nem querias assim tanto.
Não precisas de explicar nada à app. Entras, escolhes uma opção e dás ao impulso uma coisa para fazer antes de gastares dinheiro.
A experiência usa restaurantes, valores e escolhas simuladas. Serve para imitar o ritual, não para criar uma compra real.
Vês estado, estafeta fictício e tempo estimado. É a parte que normalmente prende a atenção, mas aqui não há pagamento por trás.
A app mostra a poupança estimada e guarda a decisão no histórico. Pequena vitória, sem discurso motivacional.
Streaks, Tiblys, relatórios e metas ajudam a perceber quando costumas ceder e quanto isso te custaria.
A simulação não contacta restaurantes, estafetas ou checkout.
A tibly evita “última oportunidade”, “só hoje” e outros truques do costume.
A app parte do princípio que impulsos acontecem. O objetivo é atravessá-los melhor.
Relatórios, metas, streak freeze e alguns extras para quem quer acompanhar melhor o hábito.
tibly+